O Assassinato do Presidente Kennedy

 

Eric Jon Phelps, em seu livro "Vatican Assassins" fala detalhadamente sobre o assassinato do Presidente Kennedy, e aqui está um resumo do assunto.

Sobre o assassinato do primeiro presidente católico americano, em 1963, desejamos citar as palavras do Jesuíta Suarez no livro “Defensio Didey”, volume IV, Capítulo 4, parágrafos 13 e 14:

... O papa tem o direito de depor os reis hereges e rebeldes. Esses monarcas depostos pelo papa converteram-se em notórios tiranos e podem ser mortos pelo primeiro homem que os alcançar. Mesmo que a causa pública não concorde com a sua defesa na morte de um tirano, é lícito que o primeiro que lhe chegar perto o assassine. (grifo do autor).

O Advogado – Juiz Especial, John A. Bingham, citado no livro “The Trial of the Conspirator”, Washington –1865 – diz o seguinte:

“Uma conspiração raramente pode ser provada por um testemunho positivo. Quando um crime de grande proporção vai ser cometido por uma turma de indivíduos, eles não agem publicamente, mas oculta e secretamente. O  objetivo em vista é conhecido apenas pelos que fazem parte da conspiração. A não ser que um dos conspiradores originais traia os companheiros, fornecendo uma evidência contra eles, sua culpa só poderá ser comprovada através da circunstância evidente... e esta não pode mentir”.

Vamos examinar a floresta e não as árvores. As centenas de obras escritas sobre o assassinato do Presidente Kennedy podem ser reduzidas a simples fatos. Esses fatos examinados à luz dos capítulos anteriores deste livro (Vatican Assassins) conduzem-nos ao “leão” e ao seu “covil de iniqüidades”, que tiveram o poder de executar o Presidente Kennedy e, em seguida, esconder esse crime, com sucesso (grifo da tradutora). Esse “leão” era o Cardeal Spellman, Arcebispo de Nova Iorque, e o seu “covil de iniqüidade” era a Catedral de São Patrício, conhecida como “o pequeno Vaticano”, base nacional dos Cavaleiros de Malta. Desde a morte do Cardeal (1967), até hoje (1999), os “leões” que o sucederam têm conservado o assassinato de Kennedy em oculto, através do Cardeal Cooke (Cavaleiro de Malta) e do cardeal O´Connor ex-capelão naval na guerra do Vietnã e do atual Arcebispo de Nova Iorque, Cardeal Edward Egan.

Sabendo que o Presidente Kennedy já não iria mais financiar a Guerra do Vietnã a comunidade da "Inteligência Americana" começou a engendrar o seu assassinato. O católico romano - Lee Oswald – foi escolhido para a tarefa. Como agente da CIA ele fora enviado à Rússia Soviética por Allen Dulles, em 1959, supostamente como desertor. Sabendo que a CIA (OSS) e a KGB (NKVD) trabalhavam juntas [ver “The Vatican-Moscou-Washington Alliance”, de Avro Manhattan], Oswald, ao que parece, tirou dois anos de férias. Durante esse tempo, ele se casou com uma russa, cujo tio era um coronel da KGB.

Quando regressou aos Estados Unidos em 1962, ele se associou aos agentes da CIA – Howard Hunt, Frank Sturgis, David Ferrie, Guy Banister, Conde George De Mohrenschildt e Clay Shaw. Oswald fora membro da CIA e se relacionara com um Jesuíta. Emannuel Josephson nos conta, em seu livro “The Federal Reserve Conspiracy and Rockfellers”:

Um ângulo interessante se apresenta com esse envolvimento de Lee Oswald. Seu primo era um padre jesuíta. Merece registro o fato de que Oswald fora convidado para dirigir o Colégio Jesuíta de Springhill, Alabama, a fim de assumir o seu posto, apenas duas semanas antes do assassinato de Kennedy. O  envolvimento jesuíta no assassinato de Kennedy é idêntico ao do assassinato do Presidente Lincoln.

Jim Garrison, em seu livro “On the Trial of the Assassins” –1991, prova cabalmente que a CIA esteve envolvida no assassinato de Kennedy, através de Clay Shaw:

 “...descobrimos a atuação internacional de Shaw como funcionário da CIA. A vida anônima de Shaw, como agente secreto em Roma, tentando restaurar o Fascismo na Itália, foi exposta em artigos da imprensa italiana... para mim, entre as significativas revelações estavam... a confirmação, tanto da parte de Victor Marchetti, como de Richard Helms, de que Clay Shaw fora um agente da CIA na Agência Central de Inteligência”.  Quem era o diretor da CIA em 1963? Era John McCone, um Cavaleiro de Malta.

Antes disso, McCone havia sido um colaborador da Defesa, e havia liderado a Comissão de Energia Atômica. Mais tarde, em 1970, ele se tornou membro da direção da ITT, enquanto continuava como consultor da CIA.

Marchetti nos conta em seu livro “The CIA and de Cult of Intelligence”,  1975:

“O membro da diretoria da ITT, mais tarde admitido no Comitê de Investigação do Senado, no qual desempenhou o papel chave em manter os oficiais da CIA e os da ITT unidos, foi John McCone, Diretor da CIA, durante a administração Kennedy e, em 1970, ele era consultor da CIA”.

 O soldado do Cardeal Spellman, John McCone, Diretor da CIA, participou do assassinato de Kennedy. Jim Garrison, no seu livro supra mencionado, além de outros pesquisadores, já forneceram provas de que o FBI também estava envolvido no assassinato:

 “Cheguei à conclusão de que partes do reforço do estabelecimento da lei local de Dallas estavam implicadas no assassinato e no empenho de ocultar o mesmo. Mas agora vi que o altamente respeitado FBI também estava implicado”.

O Cardeal Spellman tinha dois agentes dentro do FBI. O primeiro era o devoto maçom partidário da Guerra Fria, J. Edgar Hoover. Conforme John Loftus, Hoover havia cooperado com as Linhas de Fuga do Vaticano, que resgataram os criminosos de guerra nazistas, após a II Guerra Mundial. Por que, então, não iria ele cooperar agora com Spellman? Será que poderia recusar-se? O mais importante é que o homem chave de Spellman no FBI era o Cavaleiro de Malta Cartha DeLoach. Como terceiro homem no comando do FBI, DeLoach estava em posição de supervisionar o assassinato de Kennedy e suprimir as evidências. Realmente Garrison conseguiu provar que DeLoach havia suprimido essas evidências. Após o assassinato, vemos uma estreita relação entre Johnson e DeLoach. Deloach era conhecido como o homem de Johnson no FBI e o Presidente podia convocá-lo a qualquer hora do dia. Kurt Gentry em, seu livro “J. Edgar Hoover: The Man and Secrets”, 1991, diz o seguinte:

“Lyndon Johnson não conseguira dormir. Tarde da noite, ele fez seu assistente, Marvin Watson, telefonar para o quarto de DeLoach. O Presidente Johnson ficara, repentinamente, convencido de que o assassinato do seu antecessor havia sido uma conspiração e desejava obter mais informações do FBI”.

         Esse Cartha DeLoach assinou um contrato de cinco anos com a Lee Iacocca´s Ford Mercury, em conexão com a série  “ O FBI”. Tanto DeLoach como Iacocca eram Cavaleiros de Malta, subordinados ao Cardeal Spellman, na época do assassinato de Kennedy. Mais tarde, DeLoach foi eleito Diretor da Pepsi-Cola. E, segundo o Coronel Prouty, em seu livro  “J.F.K: The CIA, Vietnam and The Plot to Assassinate J.F.Kennedy”, 1992, essa companhia também participou do assassinato de Kennedy. Leiamos:

         "Nixon estava em Dallas com um alto executivo da Companhia Pepsi-Cola, Mr. Harvey Russel, conselheiro geral. Nixon era um conselheiro legal nessa corporação. O filho daquele alto executivo havia dito isso, na presença de Nixon, na época do assassinato, e Russel confirmou a veracidade da narrativa do filho. Mais tarde, algum tempo depois do atentado, Nixon foi conduzido ao aeroporto de Dallas por Mr. De Luca, o qual também era um funcionário da Pepsi-Cola e confirmou a história. Além disso, o filho de outro executivo da Pepsi-Cola, em Dallas, havia jantado com Jack Ruby, o assassino de Oswald, uma noite antes de Kennedy ser assassinado".

         DeLoach, Iaccoca e os Cavaleiros da Pepsi, agora transformada em Pepsi Co., trabalharam em conjunto. Depois do atentado, foi chamado o Padre Oscar Schubert, da Holly Trinity Catholic Church, em Dallas, para ministrar os “Últimos Ritos” (Extrema Unção). O superior do Padre Schubert era o Bispo de Dallas, Reverendíssimo Thomas Kiely Gorman, Cavaleiro de Malta, conforme o artigo de Martin Lee, intitulado: “Quem são os Cavaleiros de Malta?” na edição de 14/10/1983, do National Catholic Reporter. Como irmão na Ordem dos Cavaleiros de Malta, depressa ele fez todo o registro ao Cardeal Spellman, deixando-o  informado sobre o que estava  acontecendo em Dallas.

No dia do assassinato, lá pelas 12:30 p.m, todos os telefones de Washington, de repente, ficaram mudos, durante quase trinta minutos. Como poderia ter acontecido isso? Algum responsável pela ITT, que servia na área de Washington, havia feito o serviço. Em 1963, um dos VIPs da ITT era Francis D. Flanagan, um Cavaleiro de Malta. Mais tarde, McCone passou a coordenar todo o negócio da CIA com a ITT, junto com os seus irmãos "Cavaleiros", para melhor trabalharem em conjunto.

[Phelps afirma que houve também vários Cavaleiros de Colombo envolvidos no assassinato de Kennedy. Contudo, diz ele, o único Cavaleiro importante envolvido no assunto foi o senador Edward Kennedy, o qual, através do seu silêncio, concordou tacitamente no assassinato do próprio irmão]... Talvez tenha sido o remorso que levou este senador perpétuo de Massachusetts a se tornar um dependente alcoólico, fato que arruinou sua vida. Seria bom que empregássemos alguns minutos do nosso tempo, a fim de orar pela conversão do Senhador Ted Kennedy, pois tudo que ele fez foi forçado, visto como ele também estava sujeito ao poder do Cardeal Spellman. A Bíblia diz que “...onde o pecado abundou, superabundou a graça (Romanos 5:20 ACF).

Finalmente, ficamos sabendo que a Máfia também esteve envolvida no assassinato de Kennedy, e que a Máfia, a CIA, o FBI e a direção da "Inteligência Naval" haviam estado trabalhando em conjunto, no mundo inteiro, durante a II Guerra Mundial. Jack Ruby era um mafioso e David E. Scheim deixa perfeitamente claro, em seu “Contrato Sobre a América”, que essa turma tinha pelo menos dois motivos para assassinar Kennedy: 1. O fato dos irmãos Kennedy terem investido contra o crime organizado. 2. A perda do paraíso do jogo, em Cuba, sofrida por esse grupo. E não houve apenas esses dois motivos. Aos “senhores” da Máfia fora prometido que iriam ganhar muito mais dinheiro do que jamais haviam ganho em Havana, através do tráfico internacional de drogas. Um excelente mercado fora aberto com a explosão da Guerra do Vietnã. Se eles ajudassem a eliminar Kennedy, Johnson iria continuar com a guerra e, portanto, com o negócio da droga. A CIA traria a droga para o país, através do Tringulo de Ouro, a qual seria distribuída entre as famílias da Máfia, e todos sairiam lucrando.

Mais importante ainda é que a Comissão da Máfia devia-lhes um favor. O Cardeal Spellman, através do Ministério do Exterior, havia arranjado para que “Lucky” Luciano fosse posto em liberdade por causa da “Operação Submundo” mencionada no capítulo anterior. Agora o Cardeal Spellman precisava de um favor. Se o negassem, Spellman poderia usar toda a comunidade da Inteligência, que ele javia ajudado a organizar, para eliminar qualquer um dos chefões da turma. Se concordassem com ele, centros de jogo seriam abertos, principalmente em Atlantic City... Claro que se o Presidente fosse eliminado todos poderiam conseguir mais poder e riqueza, e a comunidade da Inteligência seria fortalecida ainda mais diante dos altos escalões de Roma.

Mais tarde, em 1964, pela primeira vez na história, o papa de Roma colocou os pés na América da “Décima Quarta Emenda” [O autor quer dizer, a colônia americana do Vaticano]. O Cardeal Spellman havia trabalhado bem e fôra recompensado com a visita do seu amo, antigo companheiro de luta na Guerra Fria, e manipulador das Linhas de Fuga do Vaticano, o Cardeal Montini, que agora havia se tornado o Papa Paulo VI [O que mais me impressiona é a "santidade" desses papas católicos!]

Em setembro de 1962, Kennedy havia decidido suprir Israel com mísseis defensivos de terra e mar, com capacidade de deter aeronaves, porém não os mísseis defensivos do Egito. Era a primeira venda de armas do governo americano a Israel... Kennedy prometeu aos isralenses que, tão logo terminasse a Guerra do Vietnã, ele fragmentaria a CIA “em mil pedaços e os atiraria ao vento”. Com o assassinato de Kennedy, em novembro de 1963, os isralenses perderam o melhor amigo que tinham na Casa Branca, desde da saída de Truman (The Secret Against the Jews”, John Loftus, 1994).

E por que os Jesuítas do Vaticano não queriam que se vendessem armas a Israel, nesse tempo? Por que o Presidente Johnson, controlado pelos jesuítas, havia dado as  costas à nação de Israel, quando o exército egípicio se movia através do Sinai a fim de preparar  o assalto contra a mesma, em 1967?  Porque o ataque contra Israel teria de ser provocado. O ataque foi provocado pela comunidade da "Inteligência Internacional Jesuíta", que, erroneamente, acreditava na fraqueza militar de Israel e também que esta nação havia sido abandonada pelos poderes do Império [Jesuíta] Americano.

A Guerra dos Seis Dias, engendrada pelo Cavaleiro de Malta -  James Angleton -  tinha como principal objetivo a tomada de Jerusalém, bem como o Monte do Templo.

O fator que provocou o ataque do Egito contra Israel foi a aparente falta de aparato bélico da parte de Israel e quando Israel venceu essa guerra, contra todas as expectativas mundias, a Cidade Santa foi tomada dos árabes para ficar nas mãos do governo sionista de Roma.

Se Kennedy tivesse armado o exército de Israel, como pretendia,  os egipcios jamais teriam ousado fazer essa guerra. Sem uma provocação, os sionistas que controlam o Mossad jamais poderiam ter se apossado de Jerusalém. Com Jerusalém nas mãos dos árabes, os sionistas jamais poderiam reconstruir o Templo de Salomão para o objetivo por eles ignorado – o reinado do papa dos Jesuítas, “o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que  se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2 Tessalonicenses 2:4 ACF).

Para encerrar este resumo do brutal assassinato do presidente americano mais amado e admirado pelo seu povo, Phelps diz que este ato de brutalidade jesuíta se constitui no “calcanhar de Aquiles” da Ordem Jesuíta e explica:

Se algum dia for conhecido que os Jesuítas mataram o nosso primeiro presidente católico, se os católicos romanos da América descobrirem a verdadeira história e nela acreditarem, terminará o reinado dos Jesuítas, neste país. Nosso país é a pedra fundamental do poder temporal do papa em todo o mundo. Se os Jesuítas fossem expulsos do território americano, nosso país poderia reconquistar sua soberania nacional e nós poderíamos nos governar, novamente. Recuperaríamos a nossa liberdade, os Jesuítas estariam longe daqui e, então, poderíamos experimentar uma prosperidade verdadeira e uma vida bem melhor... Os culpados da morte de Kennedy deveriam ter contado a verdade sobre  quem os empurrara a tal crime, pois esse monstro que opera por trás dos bastidores do Vaticano não é invencível. Ele opera através do medo. Quando um homem se adianta e diz a verdade, contando o que sabe, sem medo das conseqüências, essa organização criminosa treme nas bases e até pode desmoronar. A Bíblia, nossa única regra de fé e prática, assim diz: “Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade”

(2 Timóteo 13:8- ACF).

 

Tradução e adaptação de Mary Schultze

Julho 2001