Walt Disney e o homossexualismo
Extraído
É tempo de boicotar a "Walt Disney Company" • Após muita polêmica a televisão ABC, de propriedade da Disney, fez Ellen Morgan, protagonista do programa Ellen, "aparecer" como uma homossexual. Isso marcou a primeira vez em que um protagonista de um programa de TV é abertamente gay ou lésbica. Logo após o anúncio, Ellen DeGeneres, a atriz que interpreta Ellen Morgan, revelou à revista Time e ao programa Primetime Live da ABC que ela também é lésbica.



Executivos da Companhia, incluindo o Diretor Michael Eisner, trabalham com o Hollywood Supports, um grupo de defesa de homossexuais que tem por objetivo a promoção das reinvindicações "gay" no local de trabalho. (Hollywood Supports online)



A Disney estendeu os benefícios de saúde da companhia aos parceiros de seus empregados homossexuais (a apólice não cobre heterossexuais que vivem maritalmente). The Orlando Sentinel, 07.10.95; USA Today, 09.10.95; Daily Variety, 09.10.95.



Eisner e a Walt Disney Company são ambos doadores para People For the American Way (PAW), um grupo cujo objetivo declarado é "acompanhar e contra-atacar os objetivos divisivos da Direita Religiosa." Relatório Anual da PAW.



Em junho de 1996, a companhia foi a anfitriã do 6º anual "Dia Gay e Lésbico na Walt Disney World". Num desenho animado os organizadores retrataram Mickey Mouse e Pato Donald como amantes homossexuais; e Minnie e Margarida como lésbicas. A Disney não fez nenhuma objeção publicamente. Um semanário de Orlando publicou: “Se tirarem os funcionários gays a Disney World se tornará o maior parque temático de 'self-service' do planeta”.



Em junho de 1997 aconteceu o sétimo Dia Anual de Gays e Lésbicas na Walt Disney World. Segundo os organizadores, foi um final de semana "selvagem e maravilhoso"!



Já está marcado para 1998 o oitavo evento, sempre no primeiro sábado de junho. Espera-se a presença de mais de 100.000 gays e lésbicas. O lema continua o mesmo: "Um dia de mágica, uma noite de prazeres!"• Em 24 de outubro de 1997 acontecerá a Noite Gay na Disneylândia, no parque da Disney na Califórnia.



A Disney apoiou um abaixo-assinado, em 1993, solicitando benefícios fiscais para Força-Tarefa de Gays e Lésbicas. The Press Enterprise, 28.12.93 • A Disney fez publicidade na revista OUT, uma revista de homossexuais. OUT, fevereiro de 1994.



Tom Shumacher, Vice-Presidente da área de animação é um homossexual assumido, que leva seu “marido” a retiros para executivos. Em uma entrevista para uma publicação homossexual “The Advocat”, Shumacher disse: "Há muitos gays (na Disney) em todos os níveis. É um ambiente de muito apoio”. Human Events, 12.08.94; The Advocate 25.06.94.



A Disney contratou, com exclusividade, a lésbica Laurend Lloyd para produzir filmes de feministas e lésbicas. A revista OUT, uma publicação homossexual, elogiou Disney. “Goste ou não as lésbicas ainda não são uma elegante atração para o entretenimento de muitos americanos. Com Lloyd e Disney do nosso lado, então, tudo será possível. OUT, novembro de 94.


A edição de maio de 1995 da revista Buzz (uma revista que fornece aos leitores uma perspectiva sobre personalidades, política, cultura e comércio de Los Angeles, Califórnia) informou que um ativista de direitos homossexuais, em conversa com um diretor da Disney, Michael Eisner, lhe disse que “40% dos 63.000 empregados da Disney podem ser gays”. Thomas Shumacher, um homossexual declarado, e uma das personalidades responsáveis pelo bilionário sucesso do “Rei Leão”, acrescentou: “... aqui há muitos gays, em todos os níveis”.



A história da capa intitulada “A Disney como ela é” também informa que a Disney tem “o maior número de empregados gays e lésbicas nas organizações da indústria de entretenimentos” e que a idéia de que a Disney tem muitos empregados homossexuais “tem fundamento”. Além de Shumacher, a revista Buzz menciona abertamente os executivos declaradamente homossexuais: a vice-presidente de produção Lauren Lloyd da Disney Hollywood Pictures; o produtor de estúdio, Laurence Mark; o supervisor de animação, Andreas Deja, o homem responsável pela personagem do Gaston, em a Bela e a Fera; o vice-presidente senior da divisão interativa Steven Fields; Rick Leed, que dirige a companhia que produz Home Improvement para a rede de televisão. O coordenador de treinamento Jimi Ziehr disse que no Epcot Center da Disney, em Orlando, Flórida, “o número de funcionários que são gays ultrapassa o número de funcionários que não o são, nas operações da Terra do Futuro e não há nada escondido”. Buzz, maio de 95.



Hyperion Press, uma subsidiária da própria Disney, publicou Lettin'It All Hang Out, uma autobiografia de RuPaul, um conhecido artista “drag queen” (travesti).



Hyperion Press publicou Growing Up Gay. Escrito por três comediantes homossexuais, o livro tem como alvo os "jovens gays que são sustentados por heterossexuais".



Hyperion está planejando publicar o livro de Daniel Harris sobre a “cultura gay”. Revista Harper, dezembro de 95. • Os atores Ernie Sabella e Nathan Lane disseram que as personagens que interpretaram (Timão, o siricate e Pumbaa, o javali) no filme O Rei Leão foram as primeiras personagens homossexuais da Disney a aparecerem na tela...” New York Times, 12.06.94.



A Disney contratou Victor Salva, um molestador de crianças condenado, para dirigir o filme Power. Quando a vitima de Salva, Nathan Winters (agora com 20 anos) tornou público o fato, alguns dos policiais que investigaram o caso em 1987 não queriam acreditar que Salva voltara a trabalhar como diretor de filme. “Isto me deixa chocado”, disse o investigador Gary Primavera. “Ele tem sérios indícios de ser um pedófilo”. Respondendo a uma pergunta de Winters, se a Disney demitiria Salva, John Dreyer disse: “Qual é o outro assunto que você quer para manchete?”. Washington Times, 25.10.95.



A Disney contratou Devin Smith para produzir dois filmes: Dogma, que ataca o cristianismo, dizendo que a crença cristã é um pouco mais que mitologia e Chasing Amy sobre um homem que persegue uma lésbica. Daily Variety, 03.11.95.



Mark Gill, o presidente da Miramax, de propriedade da Disney, admitiu que sua companhia prospera com promoções agressivas e freqüentemente violentas de seus filmes. Daily Variety 03.11.95 • Em 1994 no filme da Disney O Papai Noel (The Santa Clause), feito para famílias e crianças aparece o número de um sex-fone real. Associated Press, 01.05.96. • Kids (Miramax) foi descrito pela revista Variety, como “um dos mais controvertidos filmes americanos já produzidos”. De acordo com o Newsweek, “o filme acompanha um número de meninos e meninas que estão entrando na adolescência, na cidade de Nova York, quando eles fumam maconha, seduzem gays, batem em negros e simulam sexo”. Sob pressão, Miramax criou uma companhia independente para comercializar e distribuir o filme pornográfico. Daily Variety, 27.01.95; Newsweek, 20.02.95; Wall Steet Journal, 30.03.95; AP, 29.06.95.



Escreva ou mande email para:Diretor Michael Eisner, Walt Disney Company 500 S. Buena Vista St., Burbank, CA 91521 ou telefone para 818-560-1000 (Baseado em documentação organizada por American Family Association - AFA, que solicita tirar cópia e passar adiante)



(Atualizado conforme arquivo em inglês neste endereço: http://www.public.usit.net/shank/disney/)Atue em favor da vida — divulgue estas informações!Extraído de www.providafamilia.org.br com permissão.
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