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Postura
e Atitudes do Conselheiro
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MOSES
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| Postura e Atitudes Importantes do Conselheiro
Cristão 1- Determinar os alvos do aconselhamento (quantas semanas ou meses, quantas vezes por semana, o tempo de cada encontro etc); 2- Instilar uma esperança real. O perdão de Deus é uma realidade, mas há que se lutar contra os antigos hábitos e as tentações (1 Co 10.13 - 1 Pe 1.14 e 15 – Fp 4.6 a 9 – Rm 12.1 e 2); 3- Transmitir conhecimento da questão (ler muito sobre o assunto – Pv 4.7); 4- Ser leal e saber guardar confidências. Só nos casos em que outros estão correndo riscos de integridade física, moral e espiritual é que alguns segredos podem ser compartilhados e isso não deve ser feito sem que o aconselhando saiba; 5- Proteger o aconselhando de constrangimentos. Há crentes que usam a desculpa do “é só para eu orar mais especificamente” para contar o que ouviram para outras pessoas, sem pensar nas conseqüências para o indivíduo que está precisando de ajuda; 6- Sempre falar a verdade, mas não somente falar a verdade: saber falar a verdade no momento certo e da maneira certa, mesmo quando houver dor (Pv 27.5 e 6). Na década de 1990 foram vendidas 25 milhões de caixas de Prozac. Alguns psicanalistas afirmam que isso é uma forma nociva de se evitar o enfrentamento da angústia e da dor que, via de regra, cura o indivíduo. Infelizmente, muitas pessoas não gostam de falar a verdade e outras tantas não gostam de ouvi-la; 7- Procurar estar presente sempre que necessário evitando, entretanto, envolvimento afetivo/sexual (isso pode acontecer tanto com o aconselhando como com o conselheiro) ou manipulação emocional por parte do aconselhando. Alguns pastores e conselheiros, independentemente do sexo, já caíram por não vigiarem nessa área e se acharem imbatíveis; 8- Saber dar espaço para o aconselhando expressar o que sente e quem ele é, pois só assim o conselheiro conhecerá a pessoa na intimidade e o trabalho será mais produtivo; 9- Saber ouvir para discernir as necessidades do aconselhando (Tg 1.19); 10- Procurar escutar as coisas que escapam à razão, ou seja, aquilo que a pessoa não fala, o que está nas entrelinhas. Lembrar-se que observar as expressões corporal e facial também é muito importante no aconselhamento; 11- Evitar tomar decisões pelo aconselhando, pois, se alguma coisa sair errado, você poderá ser acusado depois; 12- Quando se fizer necessário, encaminhar o aconselhando a um profissional (de preferência cristão, que creia na Bíblia como revelação de Deus e autoridade final em todas as coisas); 13- Informar-se sobre as relações familiares da pessoa e, se for necessário, envolver a família no aconselhamento (o aconselhando pode ser o depositário das patologias da família); 14- Sempre incentivar o crescimento espiritual e emocional do aconselhando, através da meditação bíblica e oração diárias. Muitos dos que não se firmam e têm constantes recaídas não têm vida devocional disciplinada e os que, geralmente, estão de pé e vivem uma vida de transformação diária são os que têm comunhão diária com Deus e sua palavra; 15- Enfatizar a necessidade de perdão para si e para as pessoas implicadas no problema desde a infância (Mt 5.24); 16- Informar-se sobre possíveis pactos religiosos e orar especificamente; 17- O conselheiro deve orar e jejuar regularmente pelas pessoas a quem aconselha (Ez 22.30 e Mt 17.21); 18- O conselheiro também precisa de um conselheiro de confiança com quem possa compartilhar o peso espiritual e emocional. Isso o ajudará a se retroalimentar espiritualmente (Pv 17.17, 18.24, 27.12 e 27.17). “...mas as palavras das pessoas corretas salvam os que estão em perigo.” (Pv 12.6) “...mas as palavras do sábio podem curar.” (Pv 13.18) “...porém os que trabalham para o bem dos outros encontrarão a felicidade.” (Pv 13.20) * Todas as transcrições são da Bíblia na Linguagem de Hoje, da SBB |