Cuidado com as circunstâncias
Extraído da revista ULTIMATO
Cuidado com as circunstâncias!

Nem sempre as circunstâncias são saudáveis. Você não pode agir sempre de acordo com as circunstâncias. Às vezes, elas ajudam, simplificam e facilitam sua ação. Outras vezes, elas atrapalham, dificultam e confundem tudo.

Veja o exemplo de Saul, quando, “forçado pelas circunstâncias”, fez o que não deveria fazer (1 Sm 13.12). Exatamente aí começou a sua decadência, que terminou em derrota total e suicídio.

Cuidado, muito cuidado com as circunstâncias. Há circunstâncias que favorecem o erro, o pecado, a tragédia. Que tornam o erro fácil demais. Que quase obrigam o roubo, a calúnia, o adultério, o crime. Há circunstâncias que atrapalham o raciocínio e servem de desculpas que não diminuem a culpa de ninguém.

Há homossexuais que são homossexuais por causa de circunstâncias, que vêm, às vezes, da infância. Algum acontecimento histórico facilita e pretende impor uma opção sexual contrária à natureza. Também é possível que esse transtorno aconteça por causa de algum mal congênito ou por causa de alguma sedução. São circunstâncias que precisam ser entendidas como circunstâncias e não como causas determinantes, às quais não se pode oferecer resistência.

Aprenda a fazer separação entre as circunstâncias saudáveis e as circunstâncias demolidoras do caráter e da paz de espírito. Cuidado, muito cuidado, com as circunstâncias que destroem!

Extraído da revista ULTIMATO nº 254 com permissão.
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